GuMa
05-01-06, 10:50
Medida do Contran pretende diminuir número de acidentes e mortes envolvendo motocicletas; multa é de R$ 127,69
No Brasil são registrados anualmente cerca 1,5 milhão de acidentes, que resultam na morte de 34 mil pessoas e em 400 mil feridos. Isso representa uma média de 80 mortes e mil pessoas feridas por dia. A atual frota brasileira chega a quase 42 milhões de veículos — desse total, cerca de 6,7 milhões são motocicletas.
Para tentar diminuir os dados alarmentes, entrou em vigor no dia 31 de dezembro do ano passado a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a qual prevê a proibição do uso de pneus reformados em ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos, assim como rodas que apresentem quebras, trincas e deformações.
A proibição, que havia sido suspensa por outra resolução do Contran, voltou a vigorar, já que a suspensão da proibição não foi prorrogada, devido à inexistência de regulamento técnico que comprove a segurança do uso de pneu reformado em moto.
De acordo com a nova determinação, o descumprimento da lei implicará em multa de R$ 127,69, menos cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo para regularização. Na Polícia Militar, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.
Para a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), a volta da vigência da resolução é fundamental para a segurança do consumidor. Em uma motocicleta, por haver somente dois pontos de apoio sobre o solo, os pneus representam o principal item de segurança para o motociclista. “Os pneus para motos não são projetados para serem reformados, diferentemente de um pneu de caminhão, que pode passar por dois ou três processos de reforma”, explica Vilien Soares, diretor-geral da Anip.
No Brasil são registrados anualmente cerca 1,5 milhão de acidentes, que resultam na morte de 34 mil pessoas e em 400 mil feridos. Isso representa uma média de 80 mortes e mil pessoas feridas por dia. A atual frota brasileira chega a quase 42 milhões de veículos — desse total, cerca de 6,7 milhões são motocicletas.
Para tentar diminuir os dados alarmentes, entrou em vigor no dia 31 de dezembro do ano passado a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a qual prevê a proibição do uso de pneus reformados em ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos, assim como rodas que apresentem quebras, trincas e deformações.
A proibição, que havia sido suspensa por outra resolução do Contran, voltou a vigorar, já que a suspensão da proibição não foi prorrogada, devido à inexistência de regulamento técnico que comprove a segurança do uso de pneu reformado em moto.
De acordo com a nova determinação, o descumprimento da lei implicará em multa de R$ 127,69, menos cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo para regularização. Na Polícia Militar, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.
Para a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), a volta da vigência da resolução é fundamental para a segurança do consumidor. Em uma motocicleta, por haver somente dois pontos de apoio sobre o solo, os pneus representam o principal item de segurança para o motociclista. “Os pneus para motos não são projetados para serem reformados, diferentemente de um pneu de caminhão, que pode passar por dois ou três processos de reforma”, explica Vilien Soares, diretor-geral da Anip.