Apesar de ser um ótimo lubrificante, a grafite não deve ser aplicada em conjunto com óleos e lubrificantes em geral, pois ela só tem a capacidade lubrificante em estado puro.

Apesar de ser um ótimo lubrificante, a grafite não deve ser aplicada em conjunto com óleos e lubrificantes em geral para lubrificar a corrente de motocicleta.

Suas propriedades de lubrificação podem ser facilmente verificadas.

E só pegar o pó produzido quando se aponta um lápis, colocar entre os dedos e esfregá-los.

Eles deslizam com muito mais facilidade, por causa da disposição em camadas das moléculas de carbono que formam a grafite.

As mais externas aderem firmemente ao dedo, enquanto as internas deslizam umas sobre as outras. Isso reduz o atrito e, conseqüentemente, confere à grafite sua propriedade lubrificante.

Contudo, essa propriedade só é mantida quando ela está em estado puro e em pó. Ao ser misturada com óleos e graxas lubrificantes, sejam eles minerais ou sintéticos, fica neutralizada.

Pior que isso: dependendo do tamanho das partículas de carbono, elas podem funcionar como abrasivos.

Obs: Este trabalho foi elaborado a partir de citações técnicas feitas por engenheiros mecânicos e engenheiros químicos da industria automobilística.

Abraços,

tasmotos – Tomás André dos Santos