A moto não ta a venda, mas tudo tem preço conversando o cara se entende, pena tu ta longe.
Claro nós andamos nesse sábado :lol: brincadera anda não.
Dá mais um poco 150 a 160, é que nesse teste tá com relação original. e de fábrica ela vinha curta.
A moto não ta a venda, mas tudo tem preço conversando o cara se entende, pena tu ta longe.
Claro nós andamos nesse sábado :lol: brincadera anda não.
Dá mais um poco 150 a 160, é que nesse teste tá com relação original. e de fábrica ela vinha curta.
po é uma galo ofusca qualquer moto, caraca 160 numa 125 :drool:, to falando essa moto não é coisa de deus não ]![]()
[img width=123 height=130]http://1.bp.blogspot.com/_G6imWFDAEdU/S0Ux1x3mUnI/AAAAAAAAAD0/jXtSDNy5v30/s400/site_logo_basta+6_jpg.jpg[/img]
Comprador hoje... Fornecedor amanhã
Algumas dessas 125 importadas pela Agrale em 1994 ainda rodam pelo Brasil e alguns leitores querem saber mais sobre ela. As rodas e pneus são esportivos. O quadro e suspensäes são de trail. Dessa mistura surgiu a categoria batizada de fun bike (motos divertidas), que agora tem mais uma representante das mais interessantes sendo comercializada no Brasil. A Agrale decidiu usar seu acordo com a Cagiva italiana para nacionalizar a Supercity, uma excitante versão fun bike de 125 cc que vai tirar o sono de muito adolescente (e marmanjo tambem).
Do motor dois tempos, de exatos 124,6 cc, refrigerado a gua, não se sabe a potencia. Nem precisa. Certamente esta acima dos 30 cv e isso ‚ suficiente para leva -la aos 145 km/h (reais), ganhando o status de 125cc mais rapida do mercado. Toda estrutura da Supercity ‚ pensada para desfrutar o rojão.
Mesmo parada nota-se uma vocação esportiva. A semi-carenagem, alem de proteger contra o vento em altas velocidades, serve como cobertura para o tanque de plastico preto (capacidade de 14 litros), conferindo um visual moderno e agressivo. Para completar, as rodas de 17 polegadas são de liga leve, com tres raios e recebem enormes pneus radiais (110/70 ZR 17 na dianteira e 150/60 ZR 17 atras).
O painel continua seguindo a linha tudo pelo esportivo, com instrumentos montados sobre uma espuma de poliuretano, como nos modelos de competição. O velocimetro ‚ um pouco exagerado, indicando até 200 km/h (o que pode assustar alguns pais) e o contagiros mostra a faixa vermelha a 11.000 rpm. Para completar, é o termometro do liquido de refrigeraçãoo e o conjunto de luzes de advertencia. A Agrale poderia adotar o marcador digital de marchas, principalmente quando o cambio tem sete marchas. Este marcador foi usados nas primeiras Agrale SXT.
A posição de pilotagem ‚ totalmente enduro, graças ao guidão largo (de aluminio) e ao banco estreito e envolvente. Até a tampa de gasolina tem o tubo de respiro, como nas fora-de-estrada. Ou seja, ao assumir o posto de comando, a impressão ‚ de estar pilotando uma trail. Mas a impressão fica (literalmente) para tras quando começa a andar. E como anda! Faz de zero a 100 km/h em 8,3 segundos. é preciso ficar de olho no conta-giros para trocar as marchas aos 11.000 rpm, porque ‚ muito facil passar de giro. O motor não para de crescer, mesmo depois de engatada a setima e ultima marcha. A Agrale optou por encurtar a relação final de transmissão em função das alterações feitas para o Brasil e ao nosso combustivel. Com isso a Supercity chega aos 11.000 rpm na ultima marcha, inclusive na subida, ou com garupa. é inacreditavel o desempenho dessa 125cc.
Geralmente nos velhos motores dois tempos muita velocidade significa pouca força em baixa rotação. Mas isso ‚ coisa do passado. Hoje as valvulas de controle do escapamento atuam de forma a permitir torque em todos os regimes de rotação. No caso desta capeta, o sistema batizado de CTS (Cagiva Torque System) funciona plenamente e pode-se rodar calmamente, em baixa rotação, sem o incomodo de engasgos ou falta de retomada. Basta acelerar e o motor responde imediatamente, sem pedir redução de marcha. O mais dif¡cil ‚ andar devagar.
Para controlar esse impeto de sair voando, o sistema de freios ‚ bem dimensionado. Na frente destaca-se o enorme disco flutuante de 320 mm herdado da Cagiva Mito 125, com pinça Brembo de pistão duplo, equipada com uma tomada de ar para refrigeração. O disco traseiro tambem ‚ derivado da Mito, com 230 mm de diametro. Esses freios são tão poderosos que nas primeiras frenagens ‚ preciso cautela para evitar o travamento.
O melhor da festa ‚ a estabilidade da Supercity. Durante o teste não foi possivel encontrar uma unica curva que ficasse justa. Normalmente sobrava pista. Boa parte dessa estabilidade vem dos imensos pneus radiais. Outra parte ‚ dividida entre o quadro de aço de secção quadrada e as suspensäes, monoamortecida na traseira (com reservatorio de gas) e upside-down (invertida) na dianteira. Esse conjunto consegue reunir firmeza com conforto de marcha, algo dificil de se ver em uma 125cc.
A Supercity convida a um passeio por estradas sinuosas. é um imenso prazer deitar de um lado para outro e sentir os pneus agarrando e a suspensão absorvendo as ondulações sem transmitir panico ao piloto. Certamente não foi feita para um fora-de-estrada, mas da para enfrentar uma estrada de terra, desde que não tenha lama. Alias, na terra percebe-se de onde vem a expressão fun bike. é diversão pura: ao menor giro do acelerador a traseira escorrega, mas sob controle.
Rodando com a Supercity sente-se ainda mais a necessidade de um painel digital de marchas. Normalmente o motociclista sempre procura uma "sétima" marcha nas motos com seis marchas. Na Supercity isso não acontece porque ela realmente tem a sétima, que ‚ engatada em vias expressas ou estradas para aliviar o motor. Pode parecer muito, mas justamente por ter um motor elastico, não exige trocas de marchas constantes. Acima de 3.000 rpm o motor responde mais rapido, sem embaralhar, sendo poss¡vel ouvir a respiração do carburador Dellorto de 34mm. No processo de nacionalização foi alterada a bomba de mistura automatica do oleo dois tempos, sem interferir no rendimento e queima da mistura ar-gasolina-oleo. Depois de aquecida quase não se percebe a emissão de fumaça pelos escapamentos. O unico penalti a comentar ‚ o pequeno angulo de esterçamento do guidão, que dificulta as manobras no transito.
Os detalhes de atualização estão espalhados e começam pela balança traseira de aluminio, reforçada por uma barra estabilizadora. Os suportes das pedaleiras do garupa, as tampas laterais, aponteira dupla do escapamento e o pequeno bagageiro tambem são de aluminio, na tentativa de reduzir ao maximo o peso que é baixo (125 kg a seco).
O acabamento ‚ notavel para uma piccola 125cc, mesmo levando em conta aspecto esportivo. O verniz da pintura bem cuidado, inclusive sobre os logotipo da Agrale. O cilindro fundido em aluminio tem um acabamento tão esmerado que merece ficar mais exposto
O preço, … primeira vista, pode parecer salgado: US$ 4.860 (abril de 94). Considerando todas as novidades tecnologicas pode justificar a condição de 125cc mais cara do mercado. Porem ela ‚ mais barata do que a Yamaha DT 200 (US$ 5.525), a Honda CB 200 Strada (US$ 5.154) e a prapria Agrale Elefantré 30.0 (US$ 5.038). Nesse ultimo caso, a Supercity poder concorrer internamente com outros modelos da Agrale e só o mercado vai responder qual sobreviver .
Justamente por concorrer com motos de maior cilindrada, a Agrale preferiu manter essa informação de forma discreta, na lateral, ja que a cultura motociclistica no Brasil privilegia o numero de cc, muitas vezes desprezando a tecnologia empregada. A própria Agrale inovou nesse ponto e 1983, quando lançou a SXT 16.5, identificando a potecia (16,5 cv) em vez da cilindrada (125cc). - Geraldo Tite Simões
fonte
http://www.motonline.com.br/default....goria=2&show=1
[img width=123 height=130]http://1.bp.blogspot.com/_G6imWFDAEdU/S0Ux1x3mUnI/AAAAAAAAAD0/jXtSDNy5v30/s400/site_logo_basta+6_jpg.jpg[/img]
Comprador hoje... Fornecedor amanhã
mas aí, andy, com tao pouca cc, cavalaria imensa, e a estupidez da moto deve ser foda andar perto dos 3000rpm, nénão?? dá coceira nos dedo pra aumenta a marcha ate a ultima.. rsrs
cara, tu já fez média de quantos milmetros ela faz com umlitro de gas.??
Seja na on-road ou off-road, segurança em primeiro plano.
........amigão meu tem 2 DT 200R e eu querendo uma.........
......uma tézona tbm naum cai mau! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr
show de bola o videozim da cagiva hauhahaha ... só achei feio akela gs 500 que aparece no video ... hauahua gs com farol de falcon
ATUAL - HONDA CB 500
EX - HONDA CG 150 TITAN KS
EX - HONDA NX4 FALCON
EX - HONDA CBX250 TWISTER
EX - HONDA CG 150 TITAN ES
Nunca fiz média mas ela é gastadeira acredito que dá 12 a 15 por litro, fora o óleo 2 tempo que só uso Motul 78,00 litro, agora é ruim andar abaixo dos 6 a 7 mil giro fica melhor de 8 pra cima mas coceira nos dedo dá é perto dos 11 12 mil giro :drool:
Pior :lol: mas é uma GSX750R e com painel de Tornado
ja fez alguma viagem com esse canhaunzinho????
........amigão meu tem 2 DT 200R e eu querendo uma.........
......uma tézona tbm naum cai mau! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr
Só tiro curto, mais longe 60km.
Cansativa como toda 2 tempo :NOOK:
pq cansativa?
........amigão meu tem 2 DT 200R e eu querendo uma.........
......uma tézona tbm naum cai mau! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr
Pq vibra em alta![]()
o anderson.. to com inveja das suas rodas cara ]
to quase transformando a tornado em motard com rodas da GS ]![]()
Ribeirão Preto - SP
Rapaz
160km/h
essa moto eh o capeta mano!
queria ver essa moto esticando na rodovia
deve ser show!
Moto TOP demais!
GS500E 08/09