30/12/2006 – Ilhabela-SP - 20 Km
Acordamos cedo, tomamos café no camping, café com leite e pão chapado. Alguns preferiram outras especialidades, como vitamina, omelete, etc. Seguimos para o centro, pois o Rafael e o Everton tinham que tirar dinheiro. Enquanto estávamos aguardando a fila do Caixa Eletrônico, o Aleandro, que tinha ficado um pouco mais no camping, passou direto, coloquei capacete e luvas, peguei minha motoca e fui atrás, mas não consegui encontrá-lo, nisso encontrei a XT 660 do meu amigo Adriano, que tem uma pousada em Ilhabela, estacionada em frente a um supermercado. Comecei a olhar para dentro do mercado e ele me viu e veio falar comigo, conversamos um pouco e ele explicou como chegar na pousada. Nisso o Aleandro viu minha moto e ficou me esperando. Retornamos onde o Rafael estava e fomos procurar o Everton que tinha ido procurar o banco dele. Encontramos a Sabrina e falamos que íamos à pousada do meu amigo e logo voltaríamos.
Fomos muito bem recebidos pelo Adriano que nos mostrou toda pousada (chic para caramba), que tem vários apartamentos, todos com ar-condicionado, salão de jogos, sala de Internet, piscina com uma vista maravilhosa, etc.
Da pousada, retornamos para onde tinha ficado o Everton e a Sabrina, mas não os encontramos, seguimos para a Vila, um bairro muito bonito de Ilhabela e ficamos andando e vendo as lojas do local, nisso vimos o Everton passando e acenamos para pararem. Fizemos um passeio pelo píer. O Rafael foi com o Everton procurar o banco, pois o que ele encontrou estava com problema de comunicação. Ficamos passeando por lá e aproveitei para dar uma pesquisada nos restaurantes.
Almoçamos na Vila e pagamos caro para caramba (aliás, como tudo em Ilhabela).
O Rafael e o Everton foram procurar um mercado para comprar umas besteiras e eu e o Aleandro fomos dar um role pela Praia do Perequê e tomamos a cerveja mais cara que já vi, ele pagou R$ 7,00 por uma Antártica Original.
Retornamos para o camping, compramos duas garrafas de gelo (R$ 2,00 cada garrafa de coca-cola com água congelada) para colocar na caixa térmica e fomos conhecer a cachoeira que tinha seu acesso pelo camping.
Caminhamos muito, uns 40 minutos em mata-fechada, com subida muito íngreme e barro em alguns trechos, mas valeu a pena, o lugar é muito bonito e a água geladíssima, o que incomoda são os insetos (que tem demais em Ilhabela e de todos os tipos), mesmo com repelente eles adoram o sangue dos turistas.
A galera curtiu bastante as pedras, eu só dei um mergulho nas gélidas águas e sai fora, fiquei vendo e fotografando o pessoal na cachoeira. Logo descemos e ficamos batendo papo e tomando umas cervas. Logo que chegamos da cachoeira, as meninas voltaram da praia.
Depois de todos terem tomado banho e depois de muito papo e cerveja, já tinha ficado tarde para jantarmos no camping, por isso resolvemos dar uma volta pela praia e comer algo por lá, mas fomos informados por um campista que não tinha nada aberto à noite por lá. Achamos que ele estava errado, que talvez não tivesse nada na Praia do Velozo, mas com certeza na Praia do Curral teria alguma coisa aberta, mas ele estava certo, não tinha nada aberto, caminhamos muito e não encontramos nada, voltamos para o camping cansados e com muita fome.
Chegando no camping, pegamos as motocas e fomos para o centro, enquanto o Aleandro foi com o Rato e o Cabelo procurar “balada” na Vila.
Comemos uma bela pizza no centro que demorou bastante para vir, mas valeu a pena, estava muito boa, voltamos para o camping com início de chuva e logo que chegamos, o Aleandro chegou também e, pelo jeito, a balada não estava muito boa.
Choveu a noite inteira.



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