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Resultados 91 a 105 de 106
  1. #91
    Usuário de motoneta Avatar de nelsonbad32
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    Beleza Cyber.

    Fiz as imagens debaixo d´água com minha Sony TX5, o Magno também tem a mesma câmera.

    Ele levou a caixa selada para a go pro, mas não sei se chegou a usar.

    Só vimos Tornados de moradores da região, com certeza uma moto mais leve é muito melhor e, se tiver pneus de cravo, melhor ainda.

    Abraços.


    Citação Postado originalmente por Cyber Ver Post
    Show de bola o passeio galera, curti pacas, muito legais as fotos debaixo dagua, fizeram com a gopro?

    Uma coisa que senti falta na aventura foi uma tornado huahuahuahuhau, só tinha coisa grande ali meu
    Tiger 800XC, Crypton 115, Bandit 1250S, Versys 650, F800GS, G650GS, 4 XT660R, 4 Falcon, 4 Tornado, 2 YBR125, XR 200, NX 200, Tenere 600, Fazer 250, Biz 100, XT600E, 2 XLX250, Elefantre 30.0, Dakar 30.0, DT 200, DT 180, Mobilete.

  2. #92
    Usuário de motoneta Avatar de nelsonbad32
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    Mais um vídeo da viagem, desta vez da nossa passagem por Brasília.

    Brasília_08e090811 - YouTube
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  3. #93
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    Citação Postado originalmente por nelsonbad32 Ver Post

    Beleza Cyber.

    Fiz as imagens debaixo d´água com minha Sony TX5, o Magno também tem a mesma câmera.

    Ele levou a caixa selada para a go pro, mas não sei se chegou a usar.

    Só vimos Tornados de moradores da região, com certeza uma moto mais leve é muito melhor e, se tiver pneus de cravo, melhor ainda.

    Abraços.
    Show cara, parabéns pela aventura!

  4. #94
    Piloto de moto Avatar de Guilherme Rabelo
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    poços de caldas
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    nelsao e as cachoieras.....................nao perde tempo

  5. #95
    Usuário de motoneta Avatar de nelsonbad32
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    Dia 10 - 15/08/2011 - Mateiros-TO => Dunas => Mateiros-TO - 93 Km

    Esqueci de contar alguns fatos importantes do dia anterior, depois que chegamos da Cachoeira da Formiga, ainda fizemos um test drive com uma KTM 990 Adventure de um amigo da equipe de São Paulo, saí da Pousada e fui dar um rolê pelo centro de Mateiros (onde tem asfalto), gostei demais da motoca, pena que não é para o meu bolso, enquanto estava dando o rolê, as meninas que estavam na Cachoeira estavam chegando, ainda fiz uma moral com a moto dos outros. rsrsrsrsrs

    Pegamos mais um churras 0800 na Pousada com a galera da KTM São Paulo (no dia anterior, 13/08 tínhamos pegado um churras 0800 com os aviadores) depois, quando íamos a pizzaria, vimos uma festa na Prefeitura e fomos até lá, era a Festa do Dia dos Pais, ainda pegamos mais um churras 0800 e fomos apresentados ao Prefeito e a Primeira Dama do município, estávamos importantes.

    Acordamos por volta das 08:00 hrs e estávamos tomando café da manhã quando a galera da KTM São Paulo veio despedir da gente, iam seguir para Bahia, ainda ajudei um deles a tirar a motoca de ré (tinha um degrau entre os quartos e o estacionamento), voltamos arrumar nossas coisas e saímos da Pousada por volta das 09:30 hrs, com destino a Serra do Espiríto Santo.

    No caminho, paramos no Aeroporto de Mateiros, pois o Magno não tinha visto as aeronaves (na vinda de Ponte Alta, só eu parei no aeroporto) e, uma delas havia sido substituída e, ao contrário das duas anterior, que só aceitavam um piloto, essa outra que veio também permitia mais um passageiro além do piloto, além de uma capacidade maior de água que pode transportar (as primeiras aeronaves transportam até 2.000 litros e a segunda 3.200 litros).

    Seguimos em frente e logo encontrei com um cara de Honda Fan 125 empurrando a motoca no areião (o Magno tinha passado direto), parei e perguntei qual era o problema, ele falou que tinha acabado a gasolina, rapidamente peguei uma garrafa de água da minha mochila (de meio litro), dei um bom gole e passeio o restante para ele beber (também estava suando muito, devido ao calor e ao esforço), depois tirei a tampa lateral da Falcon, fechei a torneira do tanque, retirei a mangueira do carburador e enchi a garrafa, nisso um amigo do cara chegou com uma Suzuki Yes 125, mas já estava tudo pronto, falei para ele colocar a gasolina no tanque, para o caso de derrubar alguma coisa, ele perguntou quanto era, mais não lhe cobrei nada, penso que a gente deve semear a solidariedade, sempre fui tão ajudado que não me custa nada ajudar o próximo.

    Continuei meu caminho e logo encontrei com o Magno voltando, expliquei para ele o que aconteceu e seguimos em frente, logo chegamos na entrada para a Serra do Espírito Santo, era uns 800 metros de areião fofo, e nos preparamos para enfrentar mais esse desafio, fui bem, por um caminho e o Magno por outro, quase chegando na base da Serra minha motoca atolou, usei os procedimentos que aprendi com o Magno (deita a moto para um lado, depois para o outro e empurra a moto para trás, em seguida é só acelerar e empurrar para frente) e desatolei a motoca com facilidade.

    Deixamos as motocas na base da Serra e começamos a escalada, rapidamente fiquei cansado, o Magno com mais disposição foi na frente, depois ficou me esperando, passamos pelo primeiro banco, e eu estava cansado demais, as pernas já não respondiam direito e eu suava demais, quando chegamos no segundo banco, decidi que não ia mais prosseguir, falei para o Magno seguir em frente que eu ia esperá-lo ali. Ficamos um tempo apreciando a beleza da paisagem, o Magno continuou a subida e eu fiquei deitado no banco, aproveitando uma semi sombra que tinha no local enquanto escutava música no celular.

    Passou pouco tempo e o Magno voltou, também estava muito cansado e não conseguiu subir até o cume, foi até uma parte em que a subida fica ainda mais íngreme. Descemos e fomos enfrentar novamente os 800 metros de areião fofo, estava com medo pois o cansaço tira o reflexo da gente, mas foi tranquilo, fiz ótimas filmagens desse trecho.

    Pegamos a estrada novamente, com destino ao Bar das Dunas, chegamos lá por volta das 13:00 hrs, o calor estava infernal, nossa intenção era almoçar lá, mas tinha acabado a carne, a proprietário caprichou em um arroz e ovos fritos, feijão já tinha, foi um almoço fraco, mas muito gostoso.

    Ficamos um bom tempo conversando com ela, e pudermos ter noção das dificuldades de morar no Jalapão e ter algum comércio, lá não existe distribuição de nada como, por exemplo, vendedores de cerveja e refrigerante, todas as compras são feitas no supermercado da cidade e este, tem que ter transportes próprio para fazer as compras na Bahia, a 150 km distância, com estradas de terra / areia em péssimo estado de conservação.

    A parte mais bonita do Jalapão são as pessoas, devido às dificuldades uns ajudam os outros, todas as pessoas que conheci estavam dispostas a nos atender, no horário que fosse, com os recursos que dispunham.

    Depois do almoço, deu um sono daqueles, como o ideal para a visitação das Dunas seria mais para o final da tarde (o ponto alto é o Pôr do Sol nas Dunas), a dona do Bar nos indicou um prédio abandonado do governo, que fica ao lado do Bar (mais um exemplo do desperdício do dinheiro público, prédio prontinho, sem ninguém para trabalhar, completamente abandonado).

    Tirei um cochilo, a sombra estava boa e soprava uma brisa agradável, o Magno ainda saiu tirar algumas fotos e eu fiquei lá.

    Por volta das 16:00 hrs resolvi ir logo para as Dunas, ainda estava calor, mas fiquei preocupado com a volta, se a gente ficasse por lá até o Pôr do Sol ia ser complicada nossa volta devido a falta de luminosidade, de dia a estrada já é implacável, imagina de noite.

    Encaramos os 5 km de areião em direção às Dunas, logo minha câmera ficou sem bateria, depois deixamos as motos até o local mais próximo que podíamos ir e seguimos na caminhada, o cansaço da escalada da Serra do Espiríto Santo ainda estava evidente, chegamos nas Dunas, passamos pelo cantinho para não molhar a bota no riozinho que passa ao lado, e subimos as Dunas, tiramos muitas fotos (com a câmera do Magno) e retornamos.

    continua...

    Tiger 800XC, Crypton 115, Bandit 1250S, Versys 650, F800GS, G650GS, 4 XT660R, 4 Falcon, 4 Tornado, 2 YBR125, XR 200, NX 200, Tenere 600, Fazer 250, Biz 100, XT600E, 2 XLX250, Elefantre 30.0, Dakar 30.0, DT 200, DT 180, Mobilete.

  6. #96
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    A volta seria ainda mais difícil, pois pegaríamos o areião em subida, peguei a estrada na frente do Magno e fui tocando, com dificuldade, mas sem parar, sempre procurando ficar nas pistas da direita (tem trechos que, devido ao areião fofo, vão abrindo outras vias, cheguei a contar 5 vias em alguns trechos), em certas partes andasse pela mata, nesses lugares o perigo é furar o pneu com os tocos de vegetação, ainda bem que isso não aconteceu, consegui terminar o trecho sem cair ou atolar.

    Rapidamente a proprietária do Bar das Dunas veio abrir o cadeado para eu sair e nada do Magno chegar, fui até o Bar tomar uma água gelada, o cara que eu tinha ajudado de manhã estava lá com seu amigo da Yes 125, conversamos um pouco e fiquei preocupado porque nada do Magno chegar, já estava indo em sua procura quando escutei o barulho da motoca vindo, esperei mais um pouco e ele chegou, atolou a motoca e teve dificuldade de sair, mas acabou dando tudo certo.

    Pegamos a estrada com destino a Mateiros e ainda fizemos algumas filmagens legais, com a câmera no chão, ficaram ótimas, passamos pelo caminhão da Korubo quebrado, mas já estava com assistência, depois encontramos um dos amigos de Goiânia caminhando na beira da estrada, paramos e o Magno deu uma carona para ele, escureceu rapidamente, deixamos o amigo da entrada da Administração do Parque Nacional (ele é funcionário público federal) e seguimos para Mateiros.

    Chegamos em Mateiros e fomos abastecer, conversamos com dois carinhas que estava abastecendo suas Tornados, eram moradores da cidade, lhes presenteamos com adesivos dos Tornadeiros e colocaram de imediato em suas motocas.

    Em seguida fomos até a Sorveteria comer um lanche e tomar um refri, a noite fomos jantar no Restaurante da Dona Rosa, tinha acabado a carne, mas ela foi comprar na mesma hora para fazer para a gente, gostei da comida mas a carne estava bem dura, o Magno não comeu praticamente nada.


    KTM Team São Paulo


    KTM Team São Paulo


    Avião para combate a incêndios


    Serra do Espírito Santo


    Jalapão


    Base da Serra do Espírito Santo


    Areão


    Vista da Serra Espírito Santo


    Vista da Serra Espírito Santo


    Vista da Serra Espírito Santo


    Serra do Espírito Santo


    Serra do Espírito Santo


    Almoço no Bar das Dunas


    Almoço no Bar das Dunas


    Bar das Dunas

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  7. #97
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    Bar das Dunas


    Prédio Abandonado do Governo do Estado


    Caminho para as Dunas


    Caminho para as Dunas


    Caminho para as Dunas


    Caminho para as Dunas


    Dunas


    Dunas


    Dunas


    Dunas
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  8. #98
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    show de bola em nelsão, lugares lindos... estradinha para as dunas e bem ruizinha mesmo em, facil facil pra comprar terreno como vcs dizem kkk, isso que vc's estão de motos que são boas para trilha.

  9. #99
    Motociclista Avatar de fredericoelias
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    pô nelson! que viagem show de bola!

    ontem comentando com minha mulher sobre os topicos de viagem que eu acompanho, ela disse que tem coragem d eir comigo numa aventura no jalapão, com direito a barro na cara e ovo frito no fogão a lenha... isso me anima muito.

    Homem, heterosexual, cristão e comedor de carne.
    Na luta pela defesa das minorias modernas.
    Veja o tópico da minha Fazer 2008 aqui Atualizado!

  10. #100
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    Citação Postado originalmente por fredericoelias Ver Post
    pô nelson! que viagem show de bola!

    ontem comentando com minha mulher sobre os topicos de viagem que eu acompanho, ela disse que tem coragem d eir comigo numa aventura no jalapão, com direito a barro na cara e ovo frito no fogão a lenha... isso me anima muito.
    e isso ai fredericoelias, se deu bem emm, viajar e uma maravilha com a patroa ainda deve ser melhor ainda, eu quando ando de moto sozinho e uma coisa mas quando estou com mãe namorada ou irma a atenção cuidado tudo triplica hehe

  11. #101
    Usuário de motoneta Avatar de nelsonbad32
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    Beleza Frederico.

    Não sei não, acho que o Jalapão não é um lugar para ir com garupa, mas sabe como é, vai ficar muito mais difícil para pilotar no areão, mas terá ajuda para levantar a motoca na hora que cair e alguém para empurrar na hora que atolar. rsrsrsrsrs

    Abraços.


    Citação Postado originalmente por fredericoelias Ver Post
    pô nelson! que viagem show de bola!

    ontem comentando com minha mulher sobre os topicos de viagem que eu acompanho, ela disse que tem coragem de ir comigo numa aventura no jalapão, com direito a barro na cara e ovo frito no fogão a lenha... isso me anima muito.


    ---------- Mensagem adicionada às 22:11 ---------- Mensagem anterior foi às 21:36 ----------

    Dia 11 - 16/08/2011 - Mateiros-TO => São Felix do Tocantins => Mateiros-TO - 179 Km


    Acordamos por volta das 08:45 hrs, tomamos café da manhã e partimos para nosso último dia no Jalapão, pegamos a estrada para São Felix do Tocantins-TO por volta das 10:00 hrs, no início já era conhecida, pois é o mesmo caminho que vai para o Fervedouro e Cachoeira da Formiga.


    Seguimos com a estrada no padrão Jalapão, em alguns momentos, estrada boa cascalhada, outros trechos com bolsões de areia, mas fomos levando de boa, parando em alguns lugares para fotografar, o calor já estava forte e resolvemos parar em um barzinho a beira da estrada (coisas rara por lá), mas só havia cerveja e água, estávamos a fim de um refrigerante, fica para a próxima.


    Chegamos na Escola Rural e a garotada estava no horário de recreio, tiramos algumas fotos, ajudei um menino a pegar um caju na árvore, ainda estava pequeno e amarelo, mas se deixar ficar maduro, os passarinhos comem primeiro. rsrsrsrsrs


    Continuamos nosso caminho, próximo de São Felix do Tocantins-TO a estrada vai ficando pior, com mais areia fofa mas, devagar, fomos em frente. Chegamos em São Félix por volta das 12:00 hrs, a sede era a grande, a fome nem tanto, mesmo assim paramos em uma padaria (muito simples), tomamos um refrigente e comemos dois salgados cada (tipo de uma esfiha pequena, de carne moida e milho), conversamos um pouco com um morador local e algumas crianças, mais algumas fotos e fomos para a parte alta da cidade (a cidade de São Felix do Tocantins é dividida, como se fosse duas cidades pequenas).


    Na parte alta fomos procurar um restaurante que haviam nos indicando, mas sem pressa, passamos em frente ao único posto de gasolina da cidade, depois fomos até o início da estrada que vai para Novo Acordo-TO, tiramos mais algumas fotos e perguntamos sobre o posto de saúde (o restaurante fica em frente ao posto de saúde), nos informaram e chegamos sem dificuldades.


    Comemos uma ótima comida no Ray Bar, simples mas soborosa. Conversamos bastante com os proprietários, fiz amizade com meu xará, o neto da proprietária, um garoto de 5 anos que adora sua bike (mas ainda não sabe andar) e curte muito motos, ficamos brincando com ele, convidando para ir com a gente para São Paulo ou Rio de Janeiro, mas ele não quiz não. rsrsrsrs


    Saímos do restaurante por volta das 14:30 hrs (horário mais quente do dia), o sono era grande, por isso resolvemos conhecer a Praia do Alecrim, que fica pertinho da cidade, na parte baixa, e pegamos um areão bravo para chegar lá, mas já estávamos ficando acostumados. Chegando lá tinha algumas pessoas, uns pescando, outro lavando roupas, entramos na água, um pouco fria mas agradável, novamente as mutucas ficaram nos perturbando, por volta das 15:30 hrs saímos de lá, queríamos voltar sem pressa e chegar antes do anoitecer.


    Novamente foi tudo tranquilo na volta, fizemos mais algumas fotos e filmagens, logo após a escola rural passei um susto, próximo de uma curva saiu um cavalo do mato, bem na minha frente, mas não me apavorei, freei sem que a roda travasse, fui diminuindo e observando o que o cavalo ia fazer, ele tomou o sentido que a gente ia e passou correndo sobre uma ponte, fomos seguindo-o, depois eu diminuí com medo que ele pudesse se machucar "fugindo" da gente, logo mais à frente ele entrou novamente no mato.


    Tudo estava tranquilo, com pouco movimento por se tratar de uma segunda-feira, não se parecia em nada com o movimento dos dois dias anteriores (sábado e domingo). Paramos no Camping do Vicente para tomar um refrigente e conversamos com uma família que estava acampada por lá, queriam saber como estava a estrada para a Cachoeira da Velha, explicamos e eles acharam melhor não ir, não estavam muito confiantes no seu velho Toyota Bandeirantes.


    Chegamos em Mateiros-TO por volta das 18:15 hrs, bem próximo do pôr-do-sol, procuramos um bom local para tirar fotos e encontramos uma pista de motocross, tiramos muitas fotos e demos algumas voltas na pista, o Magno comprou um terreno por lá, mas foi tranquilo sem danos, porque a pista era toda de areão apenas com as as rampas em terra.


    Fomos jantar no Restaurante da Dona Rosa mas, como o prato principal era peixe, o Magno resolveu ir comer na Lanchonete e Pizzaria do Carioca, eu fiquei na Dona Rosa, comi muito bem e tomei várias cervejas, conversei bastante com os amigos de Goiânia. Voltei para a Pousada Buritis do Jalapão por volta das 23:00 hrs.



    Pousada Buritis do Jalapão



    Seguindo para São Félix do Tocantins-TO



    Jalapão



    Escola Rural



    Buzão off road



    Rio Prata - divisa entre Mateiros e São Félix do Tocantins



    Rio Prata - divisa entre Mateiros e São Félix do Tocantins



    Nosso amiguinho em São Félix do Tocantins



    São Félix do Tocantins



    Ray Bar - Lanchonete e Restaurante



    Praia do Alecrim - São Félix do Tocantins



    Praia do Alecrim - São Félix do Tocantins



    Voltando para Mateiros-TO



    Jalapão



    Jalapão



    Camping do Vicente



    Camping do Vicente



    Camping do Vicente



    Pôr do Sol no Cerrado



    Pôr do Sol no Cerrado



    Dona Rosa e família


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  12. #102
    Motociclista Avatar de fredericoelias
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    eu tava dizendo a ela que na hora do areão um dos dois vai ter de ir trechos a pé kkkkkkkkkkk

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  13. #103
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    Dia 12 - 17/08/2011 - Mateiros-TO à Dianópolis-TO - 213 Km


    Acordamos por volta das 09:00 hrs, tomamos o café da manhã, que estava cada dia mais ralo (além da gente estar enjoando sempre das mesmas coisas), fomos arrumar nossas bagagens, uma pequena tristeza tomou conta de mim, estava acabando nossa Expedição ao Jalapão, chegou a hora de iniciar nosso retorno.


    Ainda tiramos algumas fotos com os amigos aviadores, em seguida fomos abastecer as motocas, o Magno foi comprar alguma coisa na farmácia, enquanto estava indo para lá resolvi comprar mais alguma coisa de lembrancinhas para a família, na primeira loja não tinha nada exceto artesanato de capim dourado (já tinha comprado o suficiente), me indicaram a casa do artesão, consegui comprar mais duas camisetas, mas o preço era alto.


    Nisso vi o Magno voltando ao posto de gasolina, me deu um bronca por não avisar que iria comprar algumas coisas, acabamos pegando a estrada por volta das 11:20 hrs, o calor já estava muito forte. Demos algumas mancadas que, por pouco, não complicaram muito nossa despedida de Mateiros.


    Durante todos nossos dias no Jalapão sempre tomamos muito cuidado com a água, o Magno sempre com seu Camel Back cheio (2 litros) e eu com as garrafas d´agua na mochila, ou amarrada na bagagem, como aconteceu no trecho entre Ponte Alta-TO e Mateiros-TO.


    Desta vez, por informações que a estrada só era ruim no início, não nos preocupamos muito com isso, o Magno não encheu seu Camel Back e eu só levei água em uma garrafa pet de coca-cola com 1,5 litros, amarrada na bagagem. Logo no início, por não ter amarrado muito bem, a garrafa caiu e fez um furo, amarrei-a de outra forma, fazendo que o furo ficasse para cima para não vazar toda a água.


    A estrada, se manteve como conhecemos bem do Jalapão até a Pedra da Baliza, com cascalho e, vez ou outra, bolsões de areia, o qual fomos passando sem dificuldades. Após a Pedra da Baliza (que fica no estado da Bahia) a coisa complicou e muita, o cascalho deu lugar ao areão fofo, haviam passado máquina moto-niveladora na estrada e estava tudo misturado, não dava para saber onde era fofo e onde era firme, acabou-se "os trilhos", tive muita dificuldade em pilotar nesse trecho.


    A água estava acabando, a gente muito cansado, o sol muito forte, a viagem não rendia, nesse trecho o Magno estava pilotando melhor que eu, tinha dificuldade em acompanhá-lo, até que comprei meu primeiro e único terreno da viagem, já tinha passado por uns três sustos e conseguido controlar a motoca, até em certo local, ela deslizou de frente muito rapidamente e não consegui fazer nada, fui ao chão e meu pé esquerdo ficou preso sob a moto, rapidamente empurrei com o pé direito e sai debaixo da moto, a Magno seguia na frente e não viu meu tombo.


    Tirei as bagagens para facilitar o levantamento da motoca, depois que levantei deu pouco de trabalho para ligar, pois havia vazado o combustível da cuba do carburador, mas a motoca acabou pegando, manobrei a moto e voltei um pouco até encontrar um local firme para parar a moto (a beira da estrada), voltei buscar as bagagens, tomei o restinho de água que tinha e voltei para o meu caminho, pouco adiante encontrei com o Magno voltando, expliquei o ocorrido e continuamos, naquele ritmo lento e sacrificante.


    A gente estava com sede e nada de aparecer algum riozinho, depois de um bom tempo apareceu um lago, mas achei muito arriscado pegar aquela água parada, seguimos daquele jeito, depois de um tempo começou a aparecer grandes plantações rasteiras (acredito que era algodão), a estrada foi melhorando e chegamos a Vila de Panambi-TO.


    Ficamos felizes achando que encontraríamos alguma barzinho para saciar nossa sede, mas nada, só galpões enormes, fábricas e nada de gente, até que chegamos próximo da Fábrica da Bunge, com árvores enormes na sua frente (eucaliptos), paramos as motocas na sombra e fomos até algumas casas de funcionários, mas não tinha ninguém, começamos a bater palmas mas não apareceu ninguém, tinha uma casa que estava com o portão aberto, já estava quase invadindo para tomar água da torneira, nisso chegou o proprietário de carro, explicamos nossa situação e ele nos trouxe água gelada para beber, depois ainda nos deu uma garrafa pet de 2 litros com água congelada, para a gente ir bebendo água gelada enquanto ela derretia.


    Seguimos em frente, agora com uma paisagem muito diferente dos dias anterior, grandes plantações até onde a vista alcançava, seguimos exatamente pela divisa dos estados da Bahia e de Tocantins, de um lado da estrada (a esquerda) era Bahia e do outro (a direita)Tocantins, além disso o piso também era bem diferente, terra batida, com muita poeira, vez ou outra cruzávamos com alguma carreta.


    Por volta das 14:30 hrs encontramos uma sombra legal e resolvemos "almoçar", comemos bolacha (a mesma que havíamos comprado em Ponte Alta-TO) e tomamos a água congelada que ganhamos, tinha ir tomando devagar para dar tempo de descongelar mas, devido ao grande calor, não demorava muito.


    Seguimos em frente, um pouco adiante encontramos um oásis, um posto de gasolina que nunca funcionou e uma lanchonete mas, como tudo naquela região, as coisas não são como gostaríamos que fosse, devido as grandes dificuldades que eles enfrentam para repor seus estoques. Não havia lanche ou comida, havia pizza, mas somente tamanho grande (muito para nós dois), a proprietária falou que faria a grande, se não conseguíssemos comer tudo, cobraria apenas o valor da pequena. Só conseguimos comer metade da pizza, vai veio em excelente hora, refrigerante também só tinha sukita em lata, mas nenhuma outra opção.


    Enquanto comíamos, passaram algumas pessoas por lá e ficaram interessados na nossa viagem, alguns deram conselhos de caminhos mais fáceis para seguir, mas resolvemos continuar por onde estávamos indo, que tinha marcação no GPS, pior do que já tínhamos enfrentado não deveria ser.


    Realmente as coisas continuaram como estavam, terra batida, muita poeira, cada vez mais carretas, mas fomos seguindo, por volta das 17:30 hrs chegamos até o asfalto, agora seriam mais 60 km, presenciamos as belezas da Serra Geral na Bahia, paredões de rocha imensos e lindos, o asfalto tinha muitos buracos, mas passamos de boa, de moto dá para desviar bem.


    Chegamos em Dianópolis-TO por volta das 18:30 hrs e fomos direto procurar um Lava Rápido, precisávamos urgente lubrificar as correntes (já estavam a mais de 1.500 km sem lubrificação) e, devido a poeira, precisava de uma boa limpeza antes lubrificá-las.


    Conseguimos lavar as motocas antes de escurecer, depois fomos abastecer, fui até o Banco do Brasil sacar dinheiro e fomos procurar um hotel, após a lavagem o carregador do meu GPS deixou de funcionar, tive que me guiar pelo GPS do Magno (que não funcionava na XT devido a vibração).


    Encontramos o Hotel Mosaico através do GPS, gostamos do preço mas o quarto era muito apertado, tudo bem era só uma noite, fomos até uma lan house que tem em frente ao hotel e conseguimos passar todo o material para o HD Externo do Magno, também conseguimos enviar algumas fotos para a galera.


    Em seguida fomos jantar, comemos muito bem apesar de ter que esperar fritar os bifes na chapa (era self service mas a mistura estava fraca, fizeram na hora).



    Despedida de Mateiros - amigos aviadores



    Jalapão



    Pedra da Baliza



    Pedra da Baliza



    Pedra da Baliza



    Pedra da Baliza



    Pedra da Baliza



    Meu terreno no Jalapão



    Meu terreno no Jalapão



    Meu terreno no Jalapão



    Vila Panambi-TO



    Poeira, muita poeira



    Poeira, muita poeira



    Oásis



    Enfim, o asfalto



    Enfim, o asfalto



    Serra Geral - Bahia



    Serra Geral - Bahia



    Lavando as motocas - Dianópolis-TO


    Tiger 800XC, Crypton 115, Bandit 1250S, Versys 650, F800GS, G650GS, 4 XT660R, 4 Falcon, 4 Tornado, 2 YBR125, XR 200, NX 200, Tenere 600, Fazer 250, Biz 100, XT600E, 2 XLX250, Elefantre 30.0, Dakar 30.0, DT 200, DT 180, Mobilete.

  14. #104
    Motociclista Avatar de @teago
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    fala Nelson, como vai? já voltaram de viajem?.. aguardando novidades.. abç

  15. #105
    Usuário de motoneta Avatar de nelsonbad32
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    Beleza @teago.

    Já voltamos sim, faz um mês que já estamos de volta.

    Estou com muito trampo e sem tempo para escrever, espero que mais para o final da semana as coisas fiquem mais tranquilas.

    Abração.


    Citação Postado originalmente por @teago Ver Post
    fala Nelson, como vai? já voltaram de viajem?.. aguardando novidades.. abç
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