Se vocês comprarem uma Next, é só fazer como eu fiz com uma Intruder 125: usem a moto até o osso. E se puder, roam o osso também.
Comprei uma Intruder 125 zero em dezembro de 2005, preço de R$ 5.300. Na época era o preço médio das motos dessa cilindrada, lembro que a Intruder era das mais baratas. Agora em julho passado, foi vendida pela loja de um amigo, sobrou para mim menos da metade do valor de compra. Valeu a pena? Sim, com certeza, a moto ficou na minha mão por mais de 7 anos, a única despesa fora do normal da manutenção foi troca do rolamento da coluna de direção que custou 100 reais com peça original e serviço feito na concessionária Suzuki.
Interessante que vendi a moto com toda a elétrica funcionando, nunca troquei uma única lâmpada dessa moto.
A motinho poderia até ter sido vendida por um valor simbólico de 1 real, teria valido a pena porque nesses anos todos ela só deu alegria. Aliás, passei essa moto adiante só por falta de motor, tivesse ela um motor 250 não haveria nenhum motivo para ter vendido.
E o novo dono dela deve estar todo pimpão por aí, porque a moto estava simplesmente impecável.
Se conseguirem o mesmo com uma moto da Dafra, sintam-se felizes. Com moto da Suzuki a gente consegue, porque como eu disse, a Suzuki e o João Toledo são mais retardados que a Yamaha, mas pelo menos nesses meus 7 anos eu nunca fiquei na mão por falta de peças.
Se o João Toledo vendesse Next, eu teria comprado uma dele. Mas Dafra a gente fica com um pé atrás. Kasinski então, jezuiz, deusolivre!





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