Esse pensamento é errôneo em ao menos dois pontos.
O primeiro, e mais óbvio, é o que foi apresentado pela Mary: Detalhes sobre pós-venda.
O segundo, menos explicito, é o que de certa forma mata a maioria dos fabricantes não nipônicos ou europeus: Trazem produtos de "2º linha" ou então simplificados e barateados ou então falham na tropicalização ou na nacionalização. As primeiras Dafras pecaram nisso.
Por exemplo, na China (Eu sei que a SYM não é Chinesa), é possível comprar "o mesmo" produto por diversos preços. Como? Qualidade dos materiais. Da mesma forma que existem alterações no projeto e também questões de montagem e processos industriais que interferem na qualidade do produto final.







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