Se sair é uma pena, sempre gostei da yes. vai ser bom pra dafra, que vai vender mais a Riva, que de todas da categoria, é a mais bonita.
Se sair é uma pena, sempre gostei da yes. vai ser bom pra dafra, que vai vender mais a Riva, que de todas da categoria, é a mais bonita.
"Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome."
Ex - Honda CBX200 Strada 1999
Atual: Suzuki GSR125 2015
dá para fazer uma analogia com um velho conhecido, o Uno Mille, quando passou do motor Fiasa para o Fire... o carro era o mesmo, mudaram também detalhes em acabamento, mas a essência do carro permaneceu.
Com essas duas "novas" 125, é a mesma situação: um desenho já consagrado, um motor novo (não é o mesmo das Yes/Intruder anteriores), rodas, amortecedores em modelos diferentes, mas na essência é a tradicional linha da Yes...
e digo também que esse carburador está muito bom nas Yes/Intruder 2010 em diante, e se não me engano é o mesmo nessas duas novas... provavelmente só restará acertar adequadamente a regulagem do famigerado parafuso de mistura, que as concessionárias insistem em manter errada.
Moto é uma doença. Depois que se contrae, se passa a vida com ela ou se morre dela.
Visite o blog Garagem Cafe Racer e conheça mais sobre o mundo das Cafe Racers.
É, acho que essa "migração" gera normalmente certo preconceito (confesso que fui um dos preconceituosos), mas passado o "susto", e lendo alguns comentários, já estou mais conformado.
Lugar de homem é atrás do tanque... de uma moto.
É tudo questão de estratégia que o fabricante adota, nos carros é a mesma coisa, as vezes mudam bastante mas mantém o mesmo nome, as vezes nem tanto e já mudam o nome
No caso, a Suzuki poderia ter lançado essas mesmas motos e mantido o nome YES, seria uma nova YES, mas preferiu adotar um novo nome, mais associado ao modelo maior (150), mas no fim das contas da na mesma
Quem pensava em comprar uma YES, agora compra essas GSR125, ou então gasta um pouco mais e pega a 150, desde o começo eu não vi motivo pra tanto esculacho, o único porém mesmo foi a bagunça de informações incorretas no site, como a potência que ainda ta confusa, mas obviamente não são apenas 8cv
PS: fui ver agora, e já arrumaram no site, são 10,8CV, exatamente como comentamos antes
Última edição por halvaro; 06-09-12 às 10:31.
Suzuki Intruder azul 2011, voltando a pilotar apos muitos anos
Fiat Idea 2008 - Esse é da familia
Lugar de homem é atrás do tanque... de uma moto.
Pensando como CNPJ, ou seja, do ponto de vista de montadora/fabricante, os caras conseguiram um belo resultado. Simplesmente padronizaram a linha, 4 modelos que compartilham muitas peças e componentes. As GSR por exemplo, até as rodas. Por outro lado, se comparar uma dessas GSR com a Yes, diminui, mas ainda tem bastante coisa em comum.
Isso para a J. Toledo/Suzuki Brasil vai significar economia de escala. Só resta saber se essa vantagem vai ser repassada ao consumidor com preços mais baixos. Porque o preço dessas GSR 125 estão altos. Eu ainda ficaria somente com a GSR 150i ou com o Burgman.
É que a maioria de nós só pensa como comprador mesmo, natural, se estivéssemos do outro lado o pensamento mudaria, para sobrevivermos
É que nem os candidatos nas eleições políticas, falam que fariam isso e aquilo, depois que estão la dentro descobrem que não é bem assim, que a coisa é diferente
Suzuki Intruder azul 2011, voltando a pilotar apos muitos anos
Fiat Idea 2008 - Esse é da familia
Discordo, a Yes esta/estava em queda livre, muitos reclamam do carbura, alguns são premiados com problema crônico na caixa de direção, outros não gostam do visual, outros não gostam dela ter um distância menor entre eixos, outros não gostam por ela não ser Honda. A Suzuki "relança" a mesma moto com uma carenagem ridícula no farol. Sinceramente, eu não consigo ver inteligência nesse negócio. Inteligência seria trazer uma 125 igual a GSR, injetada, bonita, com estilo único, e eliminar a Yes do mercado, ou seja, no fim teríamos Suzuki GSR 125i e GSR 150i. Isso sim seria inteligente.
E realmente vai ser economia em escala, porque elas provavelmente venderam quase nada e eles vão economizar em mão-de-obra, montagem, manutenção e bla bla bla HAHAH
Se corro, logo existo...por pouco tempo
Gente, é obvio que gostaríamos de motos mais elaboradas na aparência, como a FZ16 e a Comet 150SR, mas não podemos esquecer das melhorias como um todo. Sem dúvida, a GSR 125 é mais evoluída que a Yes. A JT por mais simplista que possa parecer nas suas estratégias, não é tão ignorante em lançar um produto inferior e tirar um superior do mercado. Vamos nos acalmar e analisar friamente o mercado brasileiro. O halvaro me mostrou isso. Eu não entendia como a Yamaha não lançava a FZ16 aqui no Brasil. Agora eu entendo, que por aqui, essa moto seria muito cara para os padrões e características do consumidor brasileiro. Infelizmente, o que tem que mudar, é a cabeça do consumidor que é conformista e paga muito caro por produtos medíocres. Quando isso acontecer, e se acontecer, teremos muito mais variedade e poder de escolha, por um preço justo.
Última edição por Dezinha; 06-09-12 às 14:08.
Mas as novas GSR 125 estão exatamente com o mesmo visual da GSR150, então que visual vc ta falando, acho que até o tanque e outras peças são as mesmas, e o modelo S ainda por cima t em painel digital que a 150 não tem, então não entendi o que vc propõe, a única diferença é não ter injeção eletrônica, isso é uma pena mesmo, mas eles não estão totalmente errados, por que toda concorrência nessa faixa tb não tem
Suzuki Intruder azul 2011, voltando a pilotar apos muitos anos
Fiat Idea 2008 - Esse é da familia
Se tivesse a 125i e 150i quase não ia sair a 125 ou a 150 não sei, é aquela velha historia de "economizar acessórios" (IE) nas de entrada para poder oferecer como vantagem nas outras motos.
É a mesma estrategia utilizada pela Honda que mantem a fan 150 injetada e a fan 125 carburada.
O que eu estou dizendo é que se tem praticamente 4 motos iguais, mas apenas uma que realmente vale a compra, no caso a GSR 150. Pra mim, seria mais inteligente extinguir a Yes, lançar a GSR 125 injetada, com o mesmo belo visual da 150. E ter apenas duas motos, que apenas se diferenciam na cilindrada. E eu duvido MUITO, mas MUITO que aquela GSR chinesa vai vender muito, duvido MUIIIITO!
Poxa, é tão linda a GSR com os painéis analógicos, farol redondo, moto assim que é bonita. Agora virou moda essas tranqueiras de painel digital, farol carenado e bla bla bla. Eu particularmente não gosto de motos com painel digital, mas muita gente gosta, a Suzuki quis apostar nisso, vamos ver no que vai dar.
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Pois bem, seria uma ótima estratégia também. Mas eu não entendo qual a inteligência em lançar duas motos de mesmas cc com o diferencial de uma ser ridiculamente carenada.
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Entra modelo, sai modelo e a Suzuki continua com aquela merda de olho de gato na bengala. PRA QUE AQUILO MEUDEUSDOCEU?
HAHAHA
Se corro, logo existo...por pouco tempo
Meu marido tem uma Fazer 2012 e quer por que quer trocar o farol e o painel dela pelo modelo antigo (painel analógico e farol redondo). Ele quase morre de inveja do visu da minha GSR 150i, rsrsrsrs. E eu querendo trocar o farol da minha por uma cabeça de formiga, kkkkkk.