Duvido que no estágio atual de tecnologia do mundo todo, seja caro um marcador de gasolina, um contagiros, um mísero freiozinho a disco que a mais muquirana das Xing Ling já tem, muitas vezes até na roda traseira.
O problema dessas montadoras é a economia de tostões que, dependendo da escala, leva a milhares ou milhões. Por exemplo, a Fiat eliminou uma das lâmpadas de ré do Mille há anos. O custo merreca de soquete, fiação, lâmpada e lente branca multiplicado por pentelhões de unidades de Mille produzidas, gera um resultado financeiro que os caras jogam em cubos e planilhas e se tem um resultado positivo.
Resta saber quanto a Yamaha economizaria se de fato lançasse uma Factor pé de boi sem cavalete central, sem roda de liga, freio a tambor, etc. Eu gosto da YBR mas diria: não, obrigado, morro abraçado com as motos mais completas da Dafra, Kasinski ou J. Toledo, mas me recuso a comprar moto pé de boi vinda de Honda ou Yamaha. A única exceção seria realmente comprar uma moto exclusivamente para tele entrega, o que no caso já estamos muito bem servidos com a FAN ou com a própria Factor K.



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