
Postado originalmente por
DOUGLAS 00
Limabl, sendo bem práticos, o que pode ser feito nesse motor? Peguei a ficha de cada uma para analisar:
CRF 230:
- Tipo………………………………………………..OHC, monocilíndrico, 4 tempos arrefecido a ar
- Cilindrada………………………………………223 cc
- Torque Máximo……………………………..18,8N.m (1,92 Kgf.m) a 6500rpm
- Potência Máxima……………………………14,2 kw (19,3 CV) a 8000 rpm
- Transmissão ………………………………….6 velocidades
- Sistema de Partida………………………….Elétrica
- Sistema de lubrificação………………….Forçada por bomba trocoidal
- Embreagem……………………………………Multidisco em banho de óleo
- Diametro X Curso…………………………..65,5 X 66,2 mm
- Carburador…………………………………….PD9CE (Diametro do Venturi 26,0 mm)
- Relação de Compressão………………….9,0 : 1
Já a Strada:

É notável que se fosse mantidos os parâmetros originais, o "grande ganho" são nos baixos giros. A moto não vai dar muita coisa a mais de final, mas o torque cairia para um regime bem mais baixo, permitindo se alongar a relação. Mas é claro, que o motor da CRF e Strada originalmente tem apenas a taxa de 9:0, sendo que dá pra ganhar alguma coisas ai, tanto se mantendo as 200cc ou partindo para as 230cc.
A grande dúvida nessa história entre 200 e 230, reside é que se todas as peças envolvidas são "Plug and Play" ou se necessitam mais alterações...
O que o pessoal fazia geralmente era socar um pistão de 67mm da CBX 750, que daria os 219.3, ou seja, os famosos "220", arrombando a camisa. Essa preparação deixa o motor provavelmente bem mais chegado a altas rotações. Existem também Kits com o cilindro com essa medida. Só tem que ver se a biela aguentaria a pancadaria, bem como o câmbio.