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    Usuário de motoneta
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    Sinal amarelo: mortes no trânsito de SP crescem 6% em 2005

    Pedestres e motociclistas são as principais vítimas do trânsito na maior cidade do Brasil. Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) realiza campanhas nas principais vias de São Paulo, mas reconhece que o resultado é de médio prazo.

    Klinger Portella

    Os dados sobre acidentes com vítimas fatais registrados na cidade de São Paulo em 2005 deixaram a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) com a luz amarela acesa. Segundo levantamentos realizados em parceria com o Instituto Médico Legal (IML), o trânsito da maior capital brasileira mata, por dia, quatro pessoas.

    "Os números assustam um pouco. O que o presidente da CET [Roberto Scaringella] costuma dizer é que das quatro mortes por dia, dois são atropelamentos, um é motociclista e um está em automóvel", comenta Heloísa Martins, da Gerência de Segurança no Trânsito da CET.

    A parceria com o IML na coleta dos dados sobre mortes no trânsito possibilitou à CET um acompanhamento mais eficaz sobre os números da capital paulista. O levantamento foi retomado em 2004, após cinco anos de suspensão dos serviços e de estatísticas pouco confiáveis sobre o setor.

    Entretanto, ao retomar as pesquisas, a CET foi surpreendida com o aumento nos índices. Em 2004, foram registrados 1.419 mortes no trânsito de São Paulo - em 1999, eram 1.683 vítimas fatais. No ano passado, no entanto, as estatísticas voltaram a crescer, saltando para 1505 mortes, uma elevação de aproximadamente 6%.

    "Motociclista e atropelamento é um problema internacional no trânsito. Na França, o aumento nas mortes ficou em 8%, bastante próximo ao nosso. Isso pode representar até uma brutalização da forma de conduzir os veículos", compara Martins.

    De fato, os condutores de motocicleta e os pedestres são as principais vítimas do trânsito de São Paulo. Eles correspondem, respectivamente, a 22,9% e a 49,7% de todas as mortes na capital.

    Segundo a CET, os registros de atropelamentos estão ligados à mudança em alguns corredores de ônibus da cidade, que passaram a operar do lado esquerdo das vias. "Os pedestres não estavam acostumados e eram surpreendidos pelos ônibus na faixa da esquerda, quando estavam atravessando a rua no farol vermelho", justifica.

    "Desde o ano passado iniciamos uma campanha para reverter esses números e, segundo as parciais de 2006, já obtivemos uma redução de 27% nos atropelamentos em seis corredores de ônibus", completa Heloísa Martins.

    Outra preocupação da CET são os motociclistas, que se arriscam diariamente entre os demais veículos nas vias de São Paulo. No ano passado, foram 345 mortes de motociclistas ou passageiros de motocicletas na cidade. "Esse número é alarmante, porque dá praticamente uma morte por dia", aponta Martins.

    Entretanto, o trabalho com os motoqueiros - como são popularmente conhecidos - é mais complicado. "Trata-se de um trabalho comportamental, porque os motociclistas de São Paulo têm um comportamento de risco nas ruas", destaca. "Fizemos um levantamento e constatamos que, em geral, eles têm pouca convivência no trânsito, baixa escolaridade e usam a moto para trabalhar", completa.

    Para reduzir as mortes envolvendo motociclistas, a CET iniciou campanhas nas principais vias de São Paulo. Nas Marginais Tietê e Pinheiros, as recordistas de morte na cidade, foram colocadas faixas pedindo aos motociclistas que evitassem trafegar pelas vias expressas, onde a velocidade máxima permitida é maior. "Depois da campanha, caiu em 10% o movimento das motos na pista expressa."

    Além disso, no mês de julho, a prefeitura inaugurou uma faixa preferencial para motos nas avenidas Eusébio Matoso e Rebouças e na Rua da Consolação. A medida ainda está em fase de testes. "A adesão nas duas primeiras semanas ainda é baixa, mas manteremos a divulgação. A intenção é fazer com que as motos parem de trafegar entre os carros. Mas trata-se de um programa com resultado a médio prazo", diz Heloísa Martins.

    Ainda segundo a pesquisa, o trânsito de São Paulo tem vitimado, na maioria dos casos, jovens entre 18 e 29 anos. Praticamente 75% das vítimas são homens e os finais de semana costumam registrar maior ocorrência de acidentes com vítimas fatais: foram 289 casos aos sábados, 249 aos domingos e 214 nas sextas-feiras.

    Agência MBPress


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  2. #2
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    Re: Sinal amarelo: mortes no trânsito de SP crescem 6% em 2005

    qui fita hein....
    ASSINATURA EDITADA PELA ADMINISTRAÇÃO<br />Tópico da Toka http://www.pequenasnotaveis.com.br/i...6.0#quickreply

 

 

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