Corrigindo, quem teve a bomba de combustível interiorizada no tanque foi a Xrbomba e não a BROS. Essa continua com a bicheira da bomba pra fora pegando calor e queimando.
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Aí eu concordo, uma trail é muito mais robusta que uma street, por isso são mais caras. Amortecedores, caixa de direção, quadro, bengalas, etc. são essenciais para uma boa trail.
Por isso também que existem poucas trails (inclusive chinesas) no mercado. A necessidade de qualidade é maior que nas street e são poucas empresas que podem concorrer nesse estilo. A dafra e a suzuki por exemplo nunca arricaram ter uma trail.
Infelizmente nesse estilo o mercado está polarizado entre honda e yamaha. Nas 125/150 é brosta ou XTZ, nas 250/300 é Lander, Tenere, XRE, Falcon (CRF-L nem conto pois ninguém tem). Acho que por isso o preço é absurdo tb.
Nunes, eu li no xreonline o relato de um usuário:
Bom pessoal, voltando ao tema do tópico...
Acabei de comprar a minha XRE, tive as mesmas dúvidas que afligem os que estão querendo comprar a mosquitona mas temem os problemas conhecidos. O que sei é que houveram mudanças significativas nos modelos 2012 e mais ainda no 2013. O problema do cabeçote parece ter sido resolvido com a mudança, primeiro da junta da tampa cabeçote (2012), depois pela mudança da tampa do cabeçote (2013), uma mudança que demorou, é verdade, mas parece ter resolvido o problema na 2013. O problema do para-lama dianteiro que deixava espirar lama e água no farol e na cara do motociclista foi resolvido em 2012 com um para-lama maior. O problema da bomba de combustível: sobre esse problema haviam muitas teorias, ela esquentaria muito por estar atrás do cabeçote, ela sofreria com a corrosão provocada pelo percentual de álcool na nossa gasolina (além de adulterações), ela sofreria por falta de manutenção do filtro de combustível... Na 2013 a bomba de combustível recebeu uma atenção e parece que foi encontrada a solução, agora ela está dentro do tanque de combustível (o que deve resolver o problema de aquecimento. Obs.: o tanque agora conta com capacidade de 13,6l) e a XRE agora é flex (ou seja, a bomba "deve ter sido" feita para suportar melhor o álcool. Quanto aos apagões, sempre tive dificuldade em entender do que se tratava, de tanto que ocorria parecia que era uma característica da moto, rs, mas acho que ele acontecia pelos problemas com cabeçote, com a bomba de combustível, e com a forma de pilotar a moto. Vi muitos reclamarem aqui desse problema e verem ele resovido depois de resolverem um ou mais desses problemas citados. Assim que peguei a minha isso acontecei, mas logo vi que o velho hábito da aceleradinha realmente "confunde" a moto e ela acaba morrendo, com um pouco de disciplina no segundo dia ela parou de apagar. Bom, sei que o tópico é sobre relatos de problemas com o modelo 2013, mas achei pertinente levantar aqui as mudanças que ocorreram nesse modelo e que estão relacionadas com os problemas dos modelos anteriores. Quanto aos relatos da minha, ainda é cedo, tenho apenas 4 dias com ela, acabei de voltar do DETRAN com ela emplacada, próximo sábado vou para uma cidade a cerca de 250 Km da minha, quem sabe eu chegue de lá com novidades? Espero que boas, pois afinal comprei ela para estrada, a Intruder 125 deu tudo que podia e não podia antes dela.
Antes que eu termine preciso falar sobre mais uma coisa, um problema que acompanhou quase todos os usuários que relataram seu problemas aqui foi a relação com a rede de concessionárias. Para mim, esse foi um dos pontos cruciais na escolha da XRE, antes da Intruder tive uma Bros 150, sofri muito com a manutenção da Intruder, tanto com relação aos custos, como pela disponibilidade de peças e pela qualidade de atendimento. Aqui em minha cidade (Itabuna-BA) temos duas concessionárias Honda, uma Yamaha (desde que moro aqui já se foram três no mesmo lugar, e a atual já está bem decadente) e nehuma Suzuki (logo que comprei a Intruder ela fechou). Bom, já entenderam né? Manutenção com garantia, só Honda. Mas das duas concessionárias Honda, uma é excelente, a outra... Na que comprei a minha eu confio muito na equipe, inclusive consultei os mecânicos de lá sobre os problemas da XRE, eles me falaram que lá estavam trocando os cabeçotes com problema por recomendação da Honda. Em qualquer marca, de qualquer tipo de produto vamos encontrar essa discrepância entre unidades de atendimento, nem todas seguem com o mesmo rigor a política da rede.
Me estendi bastante, rs.
Desejo a todos muito saco para ler e espero que seja útil o meu depoimento.
Abraço a todos.
E a mudança foi em 2013 e não em 2012. Vou corrigir nos posts anteriores.
Possuo uma XTZ 125K 2012, e confirmo o que já disseram aqui: a moto é praticamente uma bicicleta motorizada de tão magrela e leve que é.
Não me arrependo em momento algum de ter comprado ela, aliás, espero nunca precisar vendê-la. Já me levou ao litoral do RJ numa viagem de 1500km (partindo do centro-oeste mineiro). A média geral dela é de 37km/l; no uso urbano (numa tocada mais tranquila sem exigir do acelerador) a média fica em torno de 41km/l mas já consegui picos de 46km/l. Uso rodoviário aos 90/100 km/h pode esperar consumo de 34km/l. O chato da moto fica por conta dos plásticos que se riscam e desbotam com facilidade, da falta de potência do motor e do banco fino. Mas não se deve deixar de ter uma boa motor por causa de um banco ruim. Na época que comprei essa moto, queria a bros de todo jeito, pelo banco e por ser uma trail. Mas o preço de 10mil era impraticável, além da fama ruim de bomba de combustível que assombra a bros. Comprei essa XTZ por 7,5mil e estou bastante satisfeito com ela. O motor realmente deixa a desejar, principalmente em rodovias. Mas é uma 125cc, o consumo compensa essa característica.
Morion, se for ver uma moto de cross é mais magrela que a xtz, vi uma xtz entre uma crf 230 e uma ttr 230 e da uma diferença muito maior no banco do que da xtz pra bros, por isso ela tem essa caracteristica de ser muito boa de se guiar em transito e terrenos acidentados. se tivesse o banco mais largo ja perderia um pouco. quanto aos plasticos se tiverem aratos como uns anos atras quando montei uma TDR com a roupa dela não é motivo de alarme. lembro que paguei 16 reais as laterais originais cada e o resto não lembro, mas era em mais barato do que qualquer outra moto. o banco tambem não é tão ruim assim pra viajar, o cara se encomoda mais por alta de motor do que conforto porque as suspensões dela ajudam muito.
tive uma xtz por 1 ano, e ando diariamente de bros 2013. Acho a bros dura, banco duro, qualquer relevo, a suspensao transmite pro piloto. A Xtz apesar de mais fraca, é mais confortavel e a suspensao é melhor. Creia nisso pois ando de bros o dia inteiro. Peguei ela zero e ja ta com 45 mil km rodado.desses 45, andei 30 mil.
“O diabo fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porque rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça” (2Tessalonicenses 2:10-12 – NVI)
Realmente corsani, apesar de nunca ter andado em uma moto cross de verdade (como a crf e a ttr), imagino como são as características delas. A XTZ já é uma delícia de manobrar, sem sacrifícios pra fazer uma meia volta pelo caminho. Um amigo tem uma comet e ele ficou pasmo com a facilidade de virar 180 graus com a moto.
Os plásticos considero um problema pra quem preza muito pela estética da moto. Não é meu caso, não me preocupo com isso. Lógico que ter uma moto imunda não é muito agradável, mas o fato dos plásticos desbotarem e riscarem com facilidade pelo tempo não me incomoda mesmo. Me preocupo muito mais com a mecânica dela. Mas muita gente leva isso em consideração então é bom informar sobre essa característica dos plásticos dela.
Já o banco não é dos melhores, mas também não é dos piores. Acho que buscar muito conforto numa moto 125 é riscar água. Se o sujeito quiser, dá pra encarar tranquilamente. Como eu disse no post anterior, fiz uma viagem de 1500 km nela para o RJ e sem problemas com o banco. O maior problema foi a falta de potência que deixa a viagem cansativa, e só.
A suspensão é boa também, principalmente pra uso urbano. Mas se o sujeito for inexperiente com estrada de terra e for inocentemente numa cheia de costeletas, vai reclamar pelo fato do amortecerdor ser fixado direto na balança (o tal active monocross). Um link ali aliviaria e muito esse ponto.
De tanto que falam, até me deu vontade de dar uma volta numa XTZ
Suzuki Intruder azul 2011, voltando a pilotar apos muitos anos
Fiat Idea 2008 - Esse é da familia
Diey, incrível mas dá diferença sim, e muita dependendo da qualidade da suspensão da moto. Em 2010 comprei uma Falcon 2001 (velha de ano) e não sentia as costeletas das estradas como na XTZ. Imagino que Ténéré, Lander, XRE, XT seja a mesma coisa. Bros deve ser igual a XTZ, pois tem o amortecedor direto na balança.